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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

negação



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Continuo nesta teimosia... continuo a exercer este gosto dogmático pelo desconhecido. Corro sem destino e com objectivo único de que não cesse a sensação de frescura que este vento me provoca na face. Sigo em frente... sigo como que incitado por esta aversão ao que conheço e banalizei. Busco sentimentos fortes de alegria ou angústia e assim sinto-me viver porque me repulsa o conforto e o "nada" de conviver com o que me é já familiar. Vou fugindo sem controlo à inevitabilidade da conversa de circunstância, às palmadas nas costas que jamais significaram estima ao ser repugnante que faço questão em personificar. Vou em frente logo que, à frente, se me deparam lúgubres cenários e o sofrimento se antecipa no pensamento... e sempre com um único propósito...
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a saudade do prazer banal, do lugar comum...
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José Eduardo
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

house on the hill

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