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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

uma fotografia premiada

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Retomando o tema dos fotógrafos de guerra e o fardo que, apesar de por vezes tão pesado, se torna impossivel de largar...

Obrigado Amália pelo link...

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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Fotógrafos de Guerra

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Hoje desviaram-me o olhar para esta realidade. Deram-me a conhecer a obra de Bruce Haley, um dos melhores fotógrafos do mundo que já foi reporter de guerra e se dedica agora a outras causas. Esta é uma vertente do mundo da fotografia que toda a gente aprendeu a olhar sem comentar ou, por vezes, criticar. Para muita gente, é impensavel a presença anónima de um fotógrafo testemunhando actos de terror e violência, por vezes morte, sem que intervenha contra. Esta é, obviamente, a opinião do coração... Coração esse que se vê obrigado a fazer uma enorme ginástica no caso destes fotógrafos. Ora frios e crueis de modo a limitarem-se ao relato visual, ora ricos e cheios de sentimento no momento de escolher e filtrar o assunto a retratar.
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

domingo, 9 de novembro de 2008

Ensaios "close up"

Depois daquele trabalhão a preparar a minha caixa de luz caseira, nunca mais tinha dado uso à brincadeira. Vai daí, agora que os dias convidam a ficar em casa com o aquecedor bem juntinho às pernas, comecei a pôr em prática algo que me tinham explicado anteriormente a para o qual dispunha agora de meios suficientes...

Assim, peguei numa moedinha de 2 cêntimos ( a ideia era ser 1 cêntimo mas as que tinha estavam tão pretas) posicionei-a sobre o papel branco da "lightbox", apontei os focos já bem ligados e aquecidos (as lâmpadas são daquelas de poupança de energia e precisam de um empinho para atingir o máximo das suas capacidades de luminosidade), apliquei na minha A300 a 18-70mm f/3.5-5.6 (é a minha objectiva com a distância minima de foco mais curta), acrescentei todos os filtros "close up" que tenho (+4; +2; +1) de uma só vez e este é o resultado. Precisei apenas de editar o controlo de níveis do fundo para melhorar os brancos e retirar uns pelos que iam poisando e ficando registados. A moeda está inalterada.

Pelo resultado final, apercebo-me agora da necessidade de mais umas quantas luzes de forma a evitar as sombras e incidir também de forma mais efectiva na face frontal.

A aplicação dos filtros close up faz com que a profundidade de campo se encurte de forma drástica e tive assim necessidade de baixar os valores da abertura da lente, caso contrário não conseguiria sequer focar a totalidade da face da moeda devido à ligeiríssima inclinação da câmera.




sábado, 25 de outubro de 2008

O valor da edição fotográfica.

Muita discussão tem levantado este assunto entre puristas e não puristas... A utilização de ferramentas de edição digital de imagem é motivo de fomentação de "ódio" por parte daqueles que consideram que a verdadeira fotografia é aquela que não é editada.
Confesso que, no meu entender, a melhor fotografia (isso sim) é aquela que foi capturada no ponto e não necessitou de qualquer edição "post capture". Há porem diversas situações em que o fotógrafo pode e deve recorrer à edição digital:
Na situação de trabalhos para publicações, obviamente o resultado final deverá ser aquele que causa mais impacto em quem visualiza. Existe um motivo ou uma ideia a mostrar e devemos fazer tudo para que atinjamos essa finalidade ao máximo.
Há ainda a vertente artística, em que o fotógrafo sabe que não é possivel capturar aquilo que idealizou para mostrar e sabe perfeitamente quais os aspectos a controlar de modo a atingir o seu fim. Nesta situação enquadram-se os fotógrafos surrealistas que, como o nome indica, mostra o que não existe e apenas é idealizado na sua mente.
Abaixo fica um ensaio que fiz de forma a mostrar como a edição pode ser utilizada em prole do embelezamento e enriquecimento fotográfico!!!


Antes



























Depois