sábado, 31 de janeiro de 2009

Porto, da Ribeira até à Foz VIII

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sábado, 24 de janeiro de 2009

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

sábado, 17 de janeiro de 2009

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Clam, Crab, Cockle, Cowrie

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Sendo fã incontestavel da voz incomum de Joanna Newsom bem presente nos temas "sprout and the bean" e "Peach Plum Pear", fico sempre extremamente maravilhado com a sua interpretação em "Clam, Crab, Cockle, Cowrie", dada a forma como ela simplesmente decide, neste tema, abandonar por completo essa imagem infantil, psych folk, ou avant-garde, conforme os gostos ou prepotência de caracterização de cada um. O que sei é que o tema é deveras melodioso e, correndo o risco de contradizer-me em gostos... Adoro!!!


Não tenho razão?!


terça-feira, 6 de janeiro de 2009

sábado, 3 de janeiro de 2009

haunted II

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Clark Terry

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Escutando vezes sem conta o concerto "Live at Fairfield Halls Croydon" de 18/03/2004 de Katie Melua, acabava sempre por me encontrar perdido na extrema beleza da sonoridade do "muted trumpet" (trompete com surdina) tocado por Dominic Glover ao introduzir o tema "Crawling up a Hill"... A "obsessão" atingiu um patamar tal que dei por mim a esgravatar no youtube procurando apenas grandes trompetistas mundiais. E foi nesta epopeia que acabei por conhecer Clark Terry...

Clark Terry é o avozinho do trompete e do fliscórnio e hoje em dia toda a gente pára para o ouvir tocar.

Nascido a 14 de Dezembro de 1920 em St Louis, o seu primeiro instrumento foi um trompete comprado numa loja de penhores local. Aos 15 anos, enquanto frequentava a Vashon High School, incorporou o agrupamento de metais dessa localidade e assim que se formou percorreu todo o midwest tocando em diversas bandas, incluindo a de Fate Marable (um dos primeiros mentores de Louis Armstrong).
Depois de três anos a tocar em diversas bandas como as de Lionel Hampton, George Hudson, Charlie Barnet, Eddie Vinson, Charlie Ventura, e Count Basie, Barnet recomendou-o a Duke Ellington que acabaria por o contratar em 1951 e aí ficaria até 1959 participando em vários álbuns com a assinatura da Argo e da Riverside labels.
Juntamente com Miles Davis (que desde cedo bebeu as suas influências) Terry foi um dos pioneiros da introdução do fliscórnio no jazz.
Depois de deixar o grupo de Duke Ellington, Clark Terry continuou a gravar e a trabalhar em Nova Iorque em exclusivo para a "Gerry Mulligan Concert Jazz Band" e a "The Quincy Jones Orchestra". Em 1962, juntamente com o trombonista Bob Brookmeyer formou um Quinteto e em 1964 fez parte da afamada colectânea "Oscar Peterson Trio Plus One", na qual gravou pela primeira vez os seus dotes de scatman no tema routine.
Por esta altura, juntar-se-ía tambem à Tonight Show Orchestra (na altura sedeada em Nova Iorque) na qual se manteve durante 12 anos (até à deslocação da banda para Los Angeles). Entre 1970 e 1976 liderou a sua própria big band gravando para os estúdios da Vanguard label e em finais da década de 70 continuou a participar em pequenos projectos para as mais diversas editoras...
Em 1979 começou a gravar para a Oscar Peterson's Pablo label e foi por essa altura que gravou o espectacular dueto com Oscar Peterson bem como vários projectos em seu nome.
Ao longo das décadas de 80 e 90, Clark Terry foi responsável por uma grande variedade de "straight-ahead jazz albums" e em 1991 foi nomeado membro da "National Endowment for the Arts Jazz all of Fame"

Actualmente continua no activo... e bem!!! Aqui fica um cheirinho do Avozinho:
(não se esqueçam de calar a música que corre no fundo da página)