quinta-feira, 27 de agosto de 2015

chove em Santiago

 abrir a imagemRua da Hortas, Santiago de Compostela, Espanha

sábado, 22 de agosto de 2015

Paço da Boa Nova, Leça da Palmeira


Cinco anos de diferença, duas abordagens diferentes!
2010
2015

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

eu hei-de


um dia hei-de ser alguém... hei-de ser o homem que desejas e levar-te-ei ao altar. Um dia... hei-de caminhar preeminente em meio do povo e orgulhar-te-ás daquilo que o povo vê... quando me vê!
um dia... hei-de ser alguém!
por enquanto não tiro os olhos do chão!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

late movie session

música jazz
ritmo do lado mais negro de África
que inflama o desejo...
movimentos pélvicos
corpos unidos de forma obscena
ao contrário da elegância e beleza...

Jimmy's hall, 2014

Gostaria de contar com o seu conselho sobre como lidar com os fariseus que usam o púlpito para contar mentiras. Incitam o ódio e encorajam grupos armados a atacar e pôr em perigo a vida de pessoas inocentes.
Quero contar também com o seu conselho sobre o pecado da soberba, e daqueles que assumem ser a fonte do saber e não fazem nada senão fomentar a ignorância e a superstição. E que tentam destruir o que há de melhor nas pessoas, a sua criatividade, o seu sentido crítico e capacidade de diversão com ameaças de profanação. Mas o pior, é tentarem matar o nosso espírito com a monotonia miserável e a colocação de veneno no coração de todos aqueles que não conseguem controlar.
Sacrilégio? Sacrilégio é ter mais ódio do que amor no coração!

sábado, 18 de abril de 2015

profusão

era uma vez um burrinho
que num prado mui mansinho
pastava com mansidão
e ao pé dele descansava
o seu dono que mostrava
ser feliz como os que são
mas eis que estranho ruido
chega dos dois ao ouvido
e põe-se o dono a perguntar:
ouviste ou foi ilusão?
são ladrões. olha que são
que te vão levar consigo.
volta o burro o doce olhar
ainda a roer devagar
e diz pró dono que o guarda:
e se um ladrão me levar
acaso terei que usar
em cima desta, outra albarda?
então responde-lhe o dono:
uma coisa só me apraz
essa ideia tola afasta
pois uma albarda te basta
e outra albarda não traz.
eis que então disse-lhe o burro:
pois então fuja você
porque o perigo certo vê
eu por mim, fico a pastar
se esta albarda que me assenta
não diminui nem aumenta
de que me serve abalar?
ensinava este burrinho
a quem se mostra tolinho
e tratos a vida dá
que é tolice afadigar-se
e em passos longos cansar-se
pra ficar aonde está!

excerto de Paradela, Miranda do Douro, do "Povo que canta" de Michel Giacometti

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

com calma

Vou contigo
vou assim
feliz,
sereno
como um amigo
em pleno
e sorris
e fazes-me sorrir
na simplicidade de um aceno
numa gargalhada
que me ecoa na alma
que do nada
se enche,
de tudo...
com calma!