quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Virar de página...

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Tempo de arrumar o que é velho e perspectivar (sonhar) grandes projectos!!!
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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

2009... Ano de ninguém!!!

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A Cimeira do Clima em Copenhaga foi um flop... * *
O prémio Nobel da Paz foi atribuido ao Sr. Barack "war" Obama!!!
...é um mundo ao contrário!!!
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sábado, 26 de dezembro de 2009

De volta às origens

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Algo fazia, na época, com que detestasse aquele modo de vida, a sujeição à inclemência do tempo. Não tanto pela temperatura vigorosa de verão mas, sobretudo, pelo frio do inverno e a forma como os dedos das mãos, em contacto com a humidade da vegetação, resultavam num estado "chocho" e decrépito. Curiosamente, atingiam também um estado de pureza nunca vista pois a humidade diluía e arredava dali qualquer vestígio de sarro que se ia acumulando nas entranhas das unhas mesmo que roídas...
Por tudo isto não percebo porque hoje, longe dessa realidade, acomodado neste quotidiano urbano em que a melhor forma de lidar com as coisas más consiste no isolamento delas, me invade uma nostalgia imensa a cada vez que este frio se assola sobre os dias de inverno... Invade de tal forma o meu pensamento ao ponto de me fazer querer voltar atrás no tempo e ser de novo o menino do campo que enterrava os pés na lama das várzeas de outrem porque as águas do rio que haviam subido, impossibilitavam a normal passagem pelo caminho de outrora!!!
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José Eduardo
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don´t ask

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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

The Modern Sound of Nicola Conte...

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Acabadinho de sair... Mesmo a tempo do Natal hã?

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Comentário de Rafael Santos em Bodyspace.net

"Ninguém o faz como Nicola Conte. E poucos se dedicam à causa nu-jazz como este elegante cavalheiro italiano que há 10 anos se deu a conhecer com os magníficos Arabesque e Bossa Per Due. Temas que encantaram pela relativa simplicidade do seu jazz mas encantaram muito mais pela eloquência como integraram a bossa-nova ou samba numa matriz electrónica. Volvida uma década, Nicola Conte não tem dúvidas do que quer. Sabe como atingir o objectivo e isso reconhece-se pelo percurso integro em que se lançou quando decidiu largar a maioria dos artifícios electrónicos e avançar numa vertente mais orgânica, assumindo definitivamente o caminho de um jazz coquete. Coquete, sim, porque poucos são capazes de fazê-lo com esta elegância sensual. Uma formosura que se escuta desde o excelente Other Directions de 2004, disco editado pela mítica Blue Note.

Depois de Rituals, editado no ano passado, e de um exercício de repetição excessivamente formal, Nicola Conte decidiu agora reunir as peças soltas do seu repertório – entre re-arranjos, remisturas e alguns inéditos – e compila-las num duplo CD a que deu o título The Modern Sound of Nicola Conte. Pela extensão de remisturas ou re-arranjos feitos desde o final da década passada, suspeita-se que nesta dupla colectânea esteja apenas uma pequena fracção de todo o trabalho realizado. Mas também aí reside parte do genuíno interesse desta edição, precisamente por não sermos forçados a admitir que estamos perante mais um disco de remisturas – como tantos outros – em que os produtores passam o tempo a programar a maquinaria. Assim The Modern Sound of Nicola Conte é um conjunto honesto de músicas perdidas no tempo que retratam algumas das fases por onde o cavalheiro italiano – e a sua proficiente banda - passou nestes últimos anos de actividades.

Aqui reencontramos-nos com o jazz – repito – coquete, "swingante", de fino recorte e que não se embaraça por assumir uma identidade easy listening e cinematográfica que tem nos anos 60 do século passado a sua principal força espiritual; com latinidade que assume sem contratempos; com a bossa-nova airosa, vaidosa e caprichosa pensada para as festarolas mais fashion. Tal como é indiscutível o reencontro com a formalidade orquestral em que somos imbuídos enquanto as vozes cristalinas fazem questão de nos relembrar que aqui também há espaço para as mais sofisticadas linguagens pop.

É certo que tudo soa um pouco repetido. Tudo soa um pouco a mais do mesmo. São dois longos CDs – talvez demais – que não vão muito além do que nos já habituamos a ouvir de Nicola Conte. Mas que diferença faz quando o cavalheiro italiano é o único capaz de vestir o fato de gala e manobrar a orquestra da maneira única como faz? Nenhuma. Porque a música quando é realmente boa e erguida com competente espontaneidade, tudo o resto são aqueles pormenores que nos levam a embirrar com tudo e mais alguma coisa e nunca nos dão oportunidade para o merecido prazer. The Modern Sound of Nicola Conte não é exuberante, mas ouve-se com gosto.
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domingo, 20 de dezembro de 2009

Quote of the day...

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Ensinamento de hoje: Se não conheces o estado "etéreo" de um amigo, não conheces a sua alma!!!
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Miss Terra, minha Terra!!!

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Par le hublot des navettes interplanétaires,
On voit de jolies planètes, tiens voilà la terre!
Royale en manteau de brume bleue éperdument.
Si belle que la pauvre lune en a mal aux dents.

Comment va miss monde, Miss terre, ma terre
Si petit à côté d'elle, On la croirait éternelle,
Dans ses nuageux frous-frous, Mais qu'y a-t-il dessous?

Sous les ailes des mirages et des gros Airbus,
Les sapins jouent pas si sages Aux montagnes russes.
A voir banquises et lagunes Sables d'or, volcans bleu cendre,
Les étoiles supplient la lune : Est-ce qu'on peut descendre ?

Des cubes gris se baladent Sous lhélicoptère.
Des fumées toutes malades S'accrochent dans l'air.
Des forêts font leurs bagages, De doux éléphants s'écroulent,
Vieux bidons vont à la plage Et petits poissons coulent.

Voleurs d'air pur et d'eau douce, Marchands de poisons
Attention des gamins poussent Dans tous les buissons
La terre notre amie d'enfance On est prêt à bondir pour elle,
La terre peut avoir confiance Quand les enfants s'en mêlent.

Ca ira miss monde, Miss terre, ma terre
La terre notre amie d'enfance On est prêt à bondir pour elle,
La terre peut avoir confiance Quand les enfants s'en mêlent.

Ca ira miss monde, Miss terre, ma terre
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

O amanhã será igual...

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Todas as tardes o sol se sentava por detrás daquele imenso mar, se escondia e dava lugar à penumbra. Por sí não o faria. A sua vontade era permanecer à vista e para a vista de todos, partilhar alegrias e tristezas desta curiosa espécie que predomina sobre o belo planeta azul... Mas não... Teria que dar a possibilidade de, escondidos sob a lugubridade nocturna que apenas a lua consegue perfurar, pudessem desfazer os erros que a sua insensatez os levou a cometer...
Apesar disso, nunca acalentou falsas esperanças... Ele sabia que no dia seguinte aquela chaminé continuaria alí...
José Eduardo
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domingo, 13 de dezembro de 2009

Não são alhos...

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Jonas, o cativo...

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"Sim, o meu dono...
Apesar disso continuo a amá-lo!!!"
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sábado, 12 de dezembro de 2009

entre aspas...

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(...) "O génio justiceiro e prudente de Maria obscurecia-se, os seus ralhos perdiam a autoridade ante a presença calma, quase indolente e que dava a impressão duma reservada e perigosa força, daquele homenzinho que patriarcalmente presidia à ceia e a quem os melhores bocados eram oferecidos num prato à parte, como num ritual, e que ele rejeitava sempre, quase com o pudor de se ver distinguido, se bem que outros costumes nunca os pudesse admitir. Gostava de distribuir pelos filhos a sua ração especial, mas só depois de ter tido ocasião de a recusar." (...)
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in: A sibila, de Agustina Bessa Luis
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

nestes dias...

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...está-se por lá!
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domingo, 6 de dezembro de 2009

mini...

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Mais uma vez...
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...a vida é feita de pequenos nadas!!!

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sábado, 5 de dezembro de 2009

curvas

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(...) Eu e o meu carocha tínhamos praticamente a mesma idade. Eu tinha 19 e o carro 20 anos, mas não tinha os piscas como o seu... já era mais moderno! Lembro-me é que os faróis eram muito fraquinhos e eu tive de mudar a bateria para outra mais forte. Também tive de comprar uma peça nova, quase jurava que foi um alternador, sei lá... não me lembro bem! De resto não deu mais problemas até que o troquei por um Fiat 127, que esse sim, deu-me cabo das finanças!!! Quanto à marcha atrás, bem... foi como já disse!.. Fartei-me de apanhar vergonhas!.. (...)
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

a desonra

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(...) - O meu filho está preso, Senhora Quininha - Disse-lhe a mãe. - Eu endoudo!
Para um camponês, A prisão tem um significado mais desonroso que o próprio crime. O crime é ofensa feita à natureza, mas a perda da liberdade tem mais um sentido de ofensa contra o homem. (...)
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in: "A Sibila" de Agustina Bessa Luís

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Lisa Ekdahl na Casa da música

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A Talentosa Cantora Sueca Lisa Ekdahl estará hoje na Casa da Música a apresentar o seu último álbum. Acompanhada por guitarra acústica, orgão Hammond, trompete, piano e percussões, a cantora apresenta Give Me That Slow Knowing Smile, o disco que lançou em Março passado.

Ontem passou pela Aula Magna, em Lisboa e, dizem, deslumbrou com esta performance bem diferente do habitual... Eu gosto!!!

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