terça-feira, 22 de novembro de 2011

intervalos


Na falta de algo para dizer...
Bob Acri preenche bem os espaços!!!

Sleep Away by Bob Acri on Grooveshark

sábado, 19 de novembro de 2011

Jazz for a Rainy Night in the City


according to Duke Wilbury...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

piano


pressionar o play e deixar correr...

Piano by Eduardo Andrade on Grooveshark

terça-feira, 15 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

vive, pequeno

Senta-Te Aí by Rio Grande on Grooveshark


olha, pequeno
olha adiante e conta o que vês
o que te espera, lá mais à frente
e diz à gente
sem timidez
sem medo de ser pungente
esquece isso de ser cortês

conta, pequeno
conta-me tudo com sentimento
descreve-me lá esse tempo
que te espera adiante
célere ou distante
se te tolhe o alento
se o futuro é cinzento
ou te deixa radiante

vai, pequeno
atira-te à vida
mesmo que dorida
não passes a vêz
desfruta a meninêz...
que se for sofrida
logo, vivida...
nunca será feia
nem verso em colcheia
será preenchida!!!


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Hachiko

Não sou uma pessoa insensivel, aliás, longe disso, mas nunca entendí muito bem as choradeiras de cinema. Sempre apreciei a enfatização da sensibilidade humana no cinema mas nunca as histórias de amor e paixão me abalaram a alma ou sequer fizeram vidrar os olhos... O exemplo daquilo a que me quero referir em particular é o filme titanic: emocionou-me muito mais a personalidade do Capitão do navio e o romantismo da orquestra do que a historinha de amor paralela. Confesso que nunca me senti mal por isso porque me sinto equilibrado pela importância que dou a sentimentos que se assemelham mas diferenciam por avaliação de nobreza, e refiro-me à fraternidade mas muito mais a um sentimento que desconhecemos: O amor de um animal pelo seu dono!!! Ok... cheguei lá, era a isto que me queria referir. A partir daqui dispo todos os preconceitos e removo todas e quaisquer máscaras de solidez de sensibilidade para confessar que sim...
CHOREI BABA E RANHO ENQUANTO ASSISTIA A UM FILME!!!
E a culpa foi... de um cão!!! isso mesmo. um belo exemplar desses quadrúpedes carnívoros digitígrados e domésticos que têm a mania de nos amar incondicionalmente. Sim, incondicionalmente... pelo que me é dado a conhecer, é o único animal deste mundo capaz de amar o dono que lhe bate porque se sente grato em simplesmente ter um dono. São esquisitos não é? :-/
Hachi é um cão da raça Akita que Parker encontrou perdido  na estação de comboio por onde passava diariamente na deslocação para o trabalho. Apesar da inicial relutância da esposa, Parker afeiçoa-se ao pequeno canídeo e decide ficar com ele apaixonando-se completamente e cuja convivência faz de si um homem bem mais feliz. Como já estamos habituados, a resposta do canito não é na mesma medida, é exponencialmente maior tal como o amor que dedica ao seu novo dono e, por entre pérolas quotidianas que nos derretem, Hachi passa a ir diariamente esperar a "sua pessoa" à porta da estação até ao dia em que Parker morre e Hachi não entende, perdendo todos os dias dos 9 anos seguintes com a mesma rotina, esperançado na volta daquele por quem se apaixonou. Até à noite em que Hachi, já velhinho e dormindo debaixo do vagão que adotou posteriormente como lar, tem um pressentimento de que chegou a hora e vai, de madrugada, para a porta da estação que tão bem conhece. É aí que, na iminência de sua morte, Hachi adormece e sonha com a chegada de Parker... Juntos abraçam-se e beijam-se e seguem sozinhos pela rua fora... Hachi morreu aí... feliz!! O melhor de tudo é que o filme é baseado numa história real passada na cidade Japonesa de Odate. Hachi é Hachiko e a história foi tal e qual!!! ... lá, em frente à porta da estação, está a estátua de Hachiko a lembrar.




Este eu não recomendo... Censuro quem não o veja!!!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

o beijo do sol

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O maestro Pedro Osório tem um novo trabalho. Chama-se "Cantos da Babilónia" e, segundo o próprio,  é "uma série de peças baseadas em excertos de cantos tradicionais de diversos lugares de todo o mundo". Um trabalho soberbo que nos incha a alma e nos deixa à nora para escolher as palavras que melhor o caracterizem. Cantos da Babilónia é composto por dez temas cuja enorme diferença na origem foi trabalhada musicalmente de forma a resultar numa suavidade contagiante de início a fim e de onde destaco este:



A ficha técnica do trabalho, bem como os "samplers", no site da Antena1.
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domingo, 6 de novembro de 2011

sempre por lá



Incursões solitárias à terra natal resultam sempre nestas passagens pelo campo da reflexão e a enorme inspiração artística que proporcionam.


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